quinta-feira, 14 de maio de 2009

Câncer testicular ou seminoma

Gostaria de traçar hoje breves palavras sobre meu recente inferno: tumor testicular ou seminoma. Pois bem, diagnostiquei a lesão em setembro do ano passado e, de lá pra cá, tenho combatido o problema, com altos e baixos. Apesar de formado por células germinativas, meu seminoma migrara, em algum momento de minha vida, dos testículos para os linfonodos retroperitoneais.


Fiz três ciclos de BEP (Bleomicina, Etoposide e Cisplatina) no ano passado, com excelentes resultados. Contudo, em último exame de PET-CT, acusou-se retorno da doença por ter restado pequeno núcleo resistente ao primeiro protocolo quimioterápico. Passei, pois por laparatomia, com vistas a retirar massa necrótica e o tecido neoplásico ativo. No momento, faço novo esquema quimioterápico complementar chamado TIP (Paclitaxel, Ifosfamida e Cisplatina), com resultados muito bons até o momento.


Apesar de tratar-se de tumor altamente sensível a quimioterapia, o seminoma tem me dado um trabalhão danado. Tive de abandonar minha carreira (sou diplomata) e minha rotina deliciosa de esportes (fazia corrida de aventura, ciclismo, atletismo e canoagem) e deslocar-se constantemente para São Paulo.


Paz e saúde a todos!

terça-feira, 5 de maio de 2009

Substâncias carcinogênicas em refrigerantes

Em uma pesquisa com 24 refrigerantes, a Pro Teste --Associação Brasileira de Defesa do Consumidor-- verificou que 7 têm benzeno, substância potencialmente cancerígena. O benzeno surge da reação de um conservante, o benzoato de sódio, com a vitamina C. Como não há regra para a quantidade do composto em refrigerantes, usou-se o limite para água potável: 5 microgramas por litro.

Os casos mais preocupantes foram o da Sukita Zero, que tinha 20 microgramas, e o da Fanta Light, com 7,5 microgramas. Os outros cinco produtos estavam abaixo desse limite. São eles: Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita.

Fernanda Ribeiro, técnica da Pro Teste, diz que é difícil estudar a relação direta entre o benzeno e o câncer em humanos, mas que já se sabe que a substância tem alto potencial carcinogênico e que, se consumida regularmente, pode favorecer tumores. "Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), não há limite seguro para ingestão dessa substância", diz.

A química Arline Abel Arcuri, pesquisadora da Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) e integrante da Comissão Nacional Permanente do Benzeno, diz que o composto vem sendo relacionado especialmente a leucemias e, mais recentemente, também ao linfoma.

O fato de entrar em contato com o benzeno não significa necessariamente que a pessoa vá ter câncer --há organismos mais e menos suscetíveis. "Mas não somos um tubo de ensaio para saber se resistimos ou não, e não há limites seguros de tolerância. O ideal, então, é não consumir", diz Arcuri.

O benzeno está presente no ambiente, decorrente principalmente da fumaça do cigarro e da queima de combustível. Na indústria, é matéria-prima de produtos como detergente, borracha sintética e náilon.

Nesse caso, não contamina o consumidor por se transformar em outros compostos. A principal preocupação é proteger o trabalhador da indústria.

O efeito do benzeno é lento, mas, quanto maior o tempo de exposição e a quantidade do composto, maior a probabilidade de desenvolver o tumor.

Fonte: Folha de S. Paulo, 05/05/2009 (Flávia Mantovani)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Pequena palavra sobre o Aveloz

Muito tem sido comentado sobre a planta Aveloz - e a sua capacidade anti-carcinogênica. Paciente do câncer como eu sou, sempre tive muita vontade de que a medicina encontrasse algum vetor natural que pudesse combater, com eficiência, a doença.

O que gostaria de chmar a atenção aqui é que o Aveloz ainda está em fase de pesquisa e não pode ser consumido indiscriminadamente, como planta milagrosa. O Hospital Albert Einstein, em São Paulo, tem conduzido experiências com a planta, que podem ser acessadas por meu de seu setor de oncologia.

Um pouco de paciência é sempre bem-vinda. Acredito, do fundo do coração, que a medicina nunca esteve tão perto de uma cura definitiva para o câncer.

Saúde.

sábado, 4 de abril de 2009

Lapachol - uma esperança no combate ao câncer

O lapachol - substância encontrada no Ipê - já tinha sido usado no tratamento de câncer na década de 70, mas gerou efeitos colaterais. Pesquisadores da UFRJ criaram uma nova substância sintetizada que destruiu células cancerígenas.

Pesquisadores do Rio de Janeiro produziram uma substância que promete um tratamento mais eficaz e menos penoso contra o câncer. Os testes já foram feitos em células doentes, mas ainda não começaram em seres humanos.

A substância que atraiu os pesquisadores é produzida pelo ipê, árvore nativa do Brasil e abundante por aqui. O lapachol já tinha sido usado no tratamento de pacientes com câncer na década de 70, mas gerou vários efeitos colaterais.

Os pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) criaram agora uma nova substância em laboratório. Aproveitaram parte da composição do lapachol e de uma outra substância, extraída de uma planta do Canadá.

“O nosso objetivo foi aproveitar o que havia de melhor em cada uma dessas estruturas e produzir uma nova substância que matasse as células cancerígenas e não apresentasse efeito tóxico significativo nos pacientes”, explica Paulo Roberto Ribeiro Costa, coordenador da pesquisa.

Os primeiros resultados foram positivos: a substância sintetizada foi testada em células de leucemia e câncer de pulmão de laboratório, que foram destruídas em três dias.

Depois, o teste foi feito em camundongos sadios para verificar se eles apresentariam efeitos colaterais. Os animais não tiveram queda de pêlo, nem perda de peso, o que é comum em quimioterapias.

O passo seguinte foi definitivo para a pesquisa. A substância criada no laboratório foi aplicada em células retiradas de dez pacientes com leucemia do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Esses pacientes não respondiam mais ao medicamento considerado de ponta no tratamento da doença. A nova substância matou as células cancerígenas.

Agora, os estudos estão sendo feitos em camundongos doentes. Daqui a dois ou três anos, o objetivo é começar a testar a substância em seres humanos.

“Esses resultados trazem uma esperança muito grande mesmo para pacientes em estágios avançados do câncer”, destaca o biomédico Eduardo Salustiano, da UFRJ.

sábado, 28 de março de 2009

Angiogênese - esperança no combate ao câncer


Uma das áreas mais promissoras das pesquisas de combate ao câncer é aquela que tem centrado seus esforços na área da angiogênese. Como se sabe, para que o tumor possa prosperar, ele deve se alimentar - e muito - de energia proveniente da circulação sangüínea. Pesquisas têm demonstrado que o câncer, uma vez em ação, secreta sinais químicos (como o VEGF), que induz a formação de nova vascularização ao seu redor (angiogênese), garantindo, pois, o suprimento de energia necessária para o seu desenvolvimento.

Recentemente, estudos têm sido apresentados na área do combate à angiogênese, sobretudo na capacidade de se interferir na síntese de VEGF. O AVASTIN, droga recentemente descoberta e comercializada, tem como princípio ativo a inibição de sinais químicos que favoreçam a angiogênese.

O mais interessante de tudo isso é que certos alimentos que ingerimos possuem substâncias fitoquímicas capazes de interferir direta ou indiretamente na produção do VEGF e, conseqüentemente, na angiogênese. Segundo o Dr. Richard Béliveau, famoso bioquímico canadense que tem desenvolvido pesquisas inovadoras sobre o poder de alimentos no combate ao câncer, alimentos como o chá verde, a raiz cúrcuma, a soja, uvas e frutas vermelhas, e alimentos ricos em ômega-3, possuem propriedades anti-angiogênicas. Ministrados em doses elevadas em ratos de laboratório, alguns estratos desses alimentos reduziram significativamente o desenvolvimento de tumor naqueles animais, segundo o Dr. Béliveau.

Vale, portanto, a dica: consuma chá verde diariamente, troque o tempero tradicional de sua comida (ou salada) por cúrcurma, consuma muita uva (e vinho tinto moderadamente), frutas vermelhas (morango, amoras, framboesas, mirtilos, airelas...), e tome bastante missoshiro com tofu!

Maiores informações sobre o Dr. Béliveau pode ser encontradas no sítio: www.richardbeliveau.org

domingo, 1 de março de 2009

EUA indicam remédio para prevenir câncer de próstata

EUA indicam remédio para prevenir câncer de próstata
Usada para tratar calvície, finasterida reduz em 25% o risco de tumor maligno


Recomendação se apoia em estudo com 18.882 homens; especialistas se dividem sobre o uso da droga, que pode gerar disfunção sexual

AMARÍLIS LAGE
DA REPORTAGEM LOCAL

A Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco) e a Associação Americana de Urologia (AUA) divulgaram no dia 24 a primeira recomendação de um remédio para a prevenção do câncer de próstata.
A orientação prevê que homens saudáveis usem finasterida para prevenir esse tipo de tumor -procedimento que a Asco definiu como "quimioprevenção". O remédio já é utilizado atualmente no tratamento da calvície e do crescimento benigno da próstata.
A recomendação tem como base o PCPT (Prostate Cancer Prevention Trial), estudo realizado nos Estados Unidos e no Canadá com 18.882 homens com idade acima de 55 anos e sem sinal de câncer de próstata.
Durante sete anos, parte dos participantes tomou finasterida e parte, placebo. Constatou-se que o uso do remédio reduziu em cerca de 25% o aparecimento do câncer.
O resultado, porém, foi acompanhado de uma polêmica: aparentemente, os homens que tomaram finasterida e tiveram câncer de próstata apresentavam tumores mais agressivos. Estudos posteriores mostraram que, como esses participantes tinham a próstata reduzida pela finasterida, era mais fácil encontrar nas biópsias deles tumores agressivos. Além disso, os pesquisadores relataram que esses tumores eram detectados antes no grupo que tomou o remédio do que no grupo que recebeu placebo.
"O tempo mostrou que a finasterida deixa essas células com uma aparência mais "feia", mas é só uma alteração morfológica, elas não ficam mais agressivas. Houve uma polêmica que dividiu os médicos, mas ela vai acabar. Se a AUA adotou essa recomendação, é porque as evidências a favor da finasterida são muito fortes", avalia o urologista Miguel Srougi, professor titular da USP.
Mas, para outros especialistas, ainda há algumas perguntas em aberto. "Uma delas é: a finasterida só evita o câncer mais leve, e não o mais agressivo? Outra: qual o resultado da finasterida depois de sete anos? Há indício de que, após esse período, a proteção diminua", afirma Stênio de Cássio Zequi, cirurgião pélvico do Hospital do Câncer A.C.Camargo.
O urologista Carlos Eduardo Corradi, chefe do departamento de uro-oncologia da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), considera a recomendação norte-americana precoce. "Estudos com o câncer de próstata demoram muitos anos para apresentar resultados e o PCPT não teve a conclusão final ainda. A gente não sabe o que pode acontecer a longo prazo."

Desvantagens
As entidades norte-americanas recomendam que homens que já tomam finasterida e aqueles que têm PSA total até 3 conversem com seus médicos sobre os prós e contras de tomar o medicamento a longo prazo. No Brasil, o PSA total é considerado saudável até 2,5, mas isso varia de acordo com outros fatores, como o tamanho da próstata do paciente e o índice de PSA livre.
Uma desvantagem do remédio é que ele pode gerar disfunção sexual e crescimento da mama. De acordo com Zequi, esses efeitos costumam atingir cerca de 3% dos pacientes.
Para os especialistas ouvidos pela Folha, o uso do medicamento deve ser indicado para homens que integrem grupos de risco. Ter um parente de primeiro grau com a doença eleva em duas vezes o risco de desenvolver câncer de próstata. Além disso, a incidência da doença parece ser maior em negros, de acordo com Srougi.
Ele ressalta que, atualmente, os urologistas não têm à disposição nenhum outro método preventivo para o câncer de próstata. Há alguns anos, acreditou-se que o licopeno (substância que confere a cor vermelha do tomate), o selênio e a vitamina E teriam um efeito protetor, mas levantamentos recentes mostraram que ainda não há evidências suficientes nesse sentido.
Procurado pela reportagem, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) respondeu, por meio de sua assessoria de imprensa, que não comenta pesquisas que não tenham tido participação do corpo clínico do órgão.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Novidades para o combate ao câncer da próstata

Substância na urina indica câncer da próstata

Universidade da Virgínia/Divulgação
Células do tumor de próstata: doença afetou 49 mil em 2008 no Brasil

Em breve será possível detectar o grau de agressividade do câncer da
próstata por meio da simples análise da urina. A expectativa é de
cientistas norte-americanos da Faculdade de Medicina da Universidade
de Michigan. Apesar de admitirem que o diagnóstico da doença será mais
rápido, os especialistas descartam a "aposentadoria" do controverso
exame de toque retal, temido por boa parte dos homens com mais de 40
anos de idade.

Em entrevista ao Correio, o patologista Christopher Beecher - co-autor
da pesquisa publicada pela revista científica Nature - contou ter
descoberto traços do composto bioquímico sarcosina nos tecidos da
próstata e na urina. "O amionoácido sarcosina revelou anomalias
distintas, à medida que a doença progredia", explicou. A molécula, um
indicador de agressividade do câncer, permitirá aos médicos
diferenciarem a doença de processos inflamatórios que precisam de
tratamento agressivo e imediato. Os especialistas compararam amostras
de tecidos de próstatas saudáveis a tumores e metástases.

De acordo com Beecher, foram percebidas várias diferenças no nível de
sarcosina nos tecidos, refletidas na urina. "Como a sarcosina parecia
estar muito ligada à progressão do câncer, decidimos investigar mais",
revelou o médico. No estágio inicial, foram analisados 42 pacientes.
Os cientistas acabam de completar estudos de validação adicional em
centenas de voluntários. "Nossa pesquisa sugere um novo biomarcador de
diagnóstico. A análise de uma pequena molécula como a sarcosina é
provavelmente mais rápida, mais barata e mais precisa que grandes
proteínas."

Beecher acredita que o polêmico toque retal será ainda mais usado pela
ciência. "Por meio dele, temos uma melhor compreensão da saúde da
próstata", explicou. "O exame da urina seguido do toque retal
alcançará mais células." A aplicação clínica da análise de sarcosina
na urina depende de estudos de validação.Os cientistas precisam
analisar o comportamento de vários compostos adicionais presentes na
próstata e na urina. (RC)

E no Hospital Albert Einstein...

Hospital Israelita Albert Einstein pesquisa planta amazônica para criar novo medicamento contra o câncer

Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP) vem realizando pesquisas em seres humanos para a criação de um medicamento contra o câncer, produzido a partir de uma erva da Amazônia chamada Avelós.

Trata-se de um estudo inédito no Brasil com pesquisas de erva da flora amazônica cujo objetivo é criar uma nova opção para o tratamento do câncer. O estudo entrará na fase 2, ou seja, somente os pacientes que já estão participando das pesquisas continuarão a ser avaliados até a conclusão do trabalho. Este estudo é realizado em pessoas pela primeira vez no Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), instituição com um dos mais avançados centros oncológicos da América Latina.

A planta Avelós (Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País, produz uma seiva semelhante ao látex e já foi estudada por meio da análise de sua ação em células em cultura e em animais.

A erva é utilizada na cultura popular há décadas como planta medicinal, mas sem comprovação científica como benéfica ao tratamento do câncer em humanos. Isso levou à realização de estudos laboratoriais que, de fato, comprovaram uma atividade anti-tumoral de substâncias presentes na Avelós.

“Caso os resultados iniciais sejam positivos, estudos mais aprofundados da ação da Avelós em tumores poderão revelar uma nova geração de medicamentos para o câncer”, explica dr. Auro Del Giglio, Gerente do Programa Integrado de Oncologia do Einstein e um dos coordenadores do estudo.

O novo medicamento poderá ser disponibilizado ao mercado depois de avaliada sua eficiência e grau de toxidade, o que será feito após novos estudos que comprovem sua eficácia e sua aprovação pelas instituições responsáveis.

A pesquisa é realizada por meio da parceria entre o IIEP e a PHC Pharma Consulting – empresa de consultoria e assessoria científica, especializada no segmento industrial farmacêutico.

O Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein é um dos diferenciais que conferem ao Hospital Israelita Albert Einstein a posição de liderança no setor da saúde, atuando em parceria com importantes instituições de pesquisa científica no país e no exterior, agências nacionais e internacionais de fomento e órgãos governamentais.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Anticâncer - Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais


Gostaria, de início, de falar um pouco sobre uma obra paradigmática. Trata-se do livro Anticâncer - Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, (do francês, Prevenir e lutter grâce à nos défenses naturelles) do neurologista francês David Servan-Schreiber.

O livro, que se tornou um best-seller recentemente, tem como escopo entender por que a civilização ocidental contemporânea parece viver uma espécie de epidemia de câncer. Estatisticamente, há mais incidência de casos de câncer hoje que nos séculos anteriores (de maneira relativa) e a sociedade ocidental parece ser mais facilmente atingida por essa epidemia que outras (como, por exemplo, a oriental). O que Servan-Schreiber parece querer dizer é que o estilo de vida ocidental tem sido um vetor catalisador importante de incidência de casos de câncer.

Uma das razões apontadas é a alimentação. Comemos indiscriminadamente carnes vermelhas, açúcares e farinhas brancas. Segundo o autor, tais alimentos são fontes de inflamação no organismo - seja pelos picos de insulina causados ou pela gordura saturada. Além disso, ingerimos poucos alimentos ricos em Ômega-3 e pecamos naqueles com excesso de Ômega-6. O resultado de tudo isso, casado com uma vida sedentária, é a inflamação, que, segundo Schreiber, é a fonte essencial do câncer.

Alimentar-se bem é também uma atitude para manter-se são. O autor explora a potencialidade de diversos grupos de alimentos para o combate, e eventualmente a cura, do câncer. Há evidências científicas de que alguns alimentos combatem efetivamente células neoplásicas, a exemplo do chá verde, do brócolis, do espinafre, do gengibre, da cúrcuma e de tantos outros, aos quais reportarei-me oportunamente. Evidencia-se, no livro, que há um universo enorme a ser ainda explorado somente usando o poder dos alimentos, algo que parece marchar a contragosto da indústria farmacêutica.

Enfim, o livro é recomendado a todos que já tiveram experiências, como eu, de lidar com tumores. E também àqueles que desejam conhecer melhor um estilo de vida interessante e importante no combate ao câncer.

Uma palavra inicial

Bem-vindos (as) ao Observatório Anticâncer. O objetivo desse blog é difundir informações e opiniões científicas a respeito de um estilo de vida anticâncer, com foco na alimentação.

Comentários serão sempre bem aceitos sempre que respeitar o objetivo desse canal de comunicação.

Esse blog será atualizado, sempre que possível, a cada semana.